31 março 2006

Norte do RS debate a criação de universidade federal

Uma série de audiências públicas, que serão realizadas a partir de março, definirá o modelo de universidade federal que será instalada na região norte do estado do Rio Grande do Sul nos próximos anos. O secretário executivo do Ministério da Educação, Jairo Jorge, disse que a região será contemplada e que para isso o projeto deve ser compactuado tanto com as forças políticas quanto com a sociedade civil.Em reunião com uma comissão de prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais do estado, ele reconheceu a existência de uma demanda reprimida de educação na região norte gaúcha. “Há uma dívida da União com a metade norte do estado. Existe uma ausência do estado nos últimos 40 anos e portanto é legítima a reivindicação pela instalação de uma universidade federal na região”, disse.O secretário executivo acolheu a reivindicação da comissão encabeçada pelo presidente do Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede) da região norte, Nélson Grasselli, e afirmou que a mobilização da comunidade vai contribuir com uma visão mais geral. “A constituição de universidades deve combinar com os arranjos produtivos locais, com as cadeias produtivas, com os setores econômicos e com a sociedade civil, que é o desejo do presidente Lula e do ministro Fernando Haddad”, esclareceu Jairo Jorge. Destacou ainda que esta é uma região que tem uma longa tradição do cooperativismo, da agricultura familiar e da mobilização social, o que facilitará a criação do projeto.Segundo Grasselli, o Corede representa mais de 130 municípios. “Ficamos satisfeitos que o calendário das audiências públicas seja realizado a partir da segunda quinzena de março. São 500 mil habitantes que vivem na região de produção do norte do estado e que anseiam por esta demanda”, destacou. Ele conta que os filhos dos agricultores não conseguem arcar com os custos de uma faculdade particular e, portanto, é de extrema importância que se instale uma universidade federal.Márvia Scardua, diretora executiva da União Nacional dos Estudantes (UNE) afirmou que existe a necessidade da criação de uma universidade na região, pois atualmente elas estão concentradas no sul do RS. As audiências públicas ocorrerão entre março e abril.

Movimentos sociais debatem perfil da universidade federal do Norte
Na manhã desta segunda-feira (20), mais de 100 representantes de movimentos sociais reuniram-se com a Coordenação do Movimento Pró-universidade do Norte, em Erechim, no Seminário Nossa Senhora de Fátima, para debater o perfil da instituição que está sendo pleiteada pela região junto ao governo federal. “Queremos priorizar as áreas que combinem com as vocações de desenvolvimento regional”, adiantou o deputado estadual Ivar Pavan (PT), integrante da Coordenação. As sugestões farão parte de um documento a ser entre ao Ministério da Educação e Cultura (MEC). No dia 17 de março, às 15 horas, ocorre um Seminário no município com a participação do secretário-executivo do MEC, Jairo Jorge da Silva, para avançar nas tratativas para a criação da nova instituição de ensino superior federal, a primeira na região. “Não queremos apenas aumentar o número de vagas no ensino público superior, mas criar uma instituição que contribua com o processo de desenvolvimento da região”, destaca Pavan. Ele adianta que a nova universidade também não deve substituir ou competir com as existentes, como é o caso da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, ou a Universidade Regional Integrada (URI), que oferecem cursos no município. “Estas instituições são muito importantes e precisam ser cada vez mais fortes”, defende o parlamentar, que também atuou na criação da Uergs, durante o governo de Olívio Dutra (1999/2002). Ivar Pavan salienta que o movimento pela busca da universidade seja fortalecido com a participação do maior número possível de pessoas e organizações para garantir sua viabilidade. “É importante que seja uma conquista de toda uma região, não apenas de uma parte. Quero convidar a todas as forças políticas para que se envolvam e se manifestem para mostrar que a região está unida em torno deste objetivo”, reitera o parlamentar petista. Na última semana Pavan também participou do encontro para a implantação de uma escola técnica em Erechim. A atividade ocorreu na quinta-feira (16/02), às 19 horas, na Câmara de Vereadores do município, com a presença do Secretário Nacional de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Eliezer Pacheco. O Plano de Expansão e Fortalecimento da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica prevê a construção de 40 instituições em todo o país, até 2007. “É necessário aproveitar a prioridade definida pelo governo federal de expandir tanto o ensino técnico como o ensino superior, ao invés de privatizar ou reduzir vagas, como vinha ocorrendo no Brasil”, destaca Pavan.

Governo pretende criar 10 novas universidades e 42 campi até 2007Democratizar o ensino superior, principalmente, no interior do país. Esse é um dos objetivos do Ministério da Educação nos próximos anos, segundo o secretário nacional de Ensino Superior, Nelson Maculan. Ele participou hoje (15) de entrevista coletiva em rede de rádio para emissoras parceiras da Radiobrás do Norte e Nordeste do país. De acordo com Maculan, o programa Expandir – projeto de expansão universitária do governo – investirá, até 2007, cerca de R$ 600 milhões em 68 municípios. Desse total de recursos, aproximadamente R$ 190 milhões já foram aplicados em 2005. "Além de recuperar o que existe, temos também que avançar para democratizar o ensino no interior", destacou o secretário. A meta do governo, com o Expandir, é criar 10 novas universidades e 42 novos campi. As ações são basicamente no interior do Brasil ou nas periferias das grandes capitais. "O objetivo é tirar a educação das grandes capitais para poder democratizá-la. Muitas vezes é difícil para o aluno sair da sua cidade para a capital com todos os custos adicionais", lembrou Maculan. Na entrevista, ele reconheceu que, nos últimos 11 anos, foram "insuficientes" os recursos para manter as faculdades federais do país. "Houve realmente um sucateamento de algumas áreas e estamos tentando recuperar esse trabalho", disse o secretário de Ensino Superior. Segundo ele, o MEC estuda com representantes locais as demandas de cada região. "Carência de professores, curso de agronomia, de engenharia, sociologia. Essa discussão está sendo feita olhando um pouco o dia-a-dia e a capacidade da universidade mais próxima que serve de universidade central", explicou Maculan.

Líder do governo Lula discute a expansão do ensino superior
O deputado Adão Villaverde, líder do governo Lula na Assembléia, juntamente com o deputado Frei Sérgio, e o ex-deputado do PT Antônio Marangon, reuniram-se nessa segunda-feira (23) com o reitor da Universidade Federal de Santa Maria para discutir a abertura de extensões desta universidade na região norte do Estado, em Frederico Westphalen e em Palmeira das Missões. Na reunião, o reitor Clóvis Lima reafirmou o compromisso da UFSM na implementação de seis cursos universitários, destacando que o Conselho de Ensino e Pesquisa da universidade já está avaliando os currículos e que até o dia 27 pretende lançar um edital para a contratação de professores e funcionários para os seis cursos que serão implantados nesta cidade. O governo federal já liberou R$ 5 milhões para o projeto e prevê a liberação de mais R$ 5 milhões com o objetivo de viabilizar a realização do primeiro vestibular já em julho do ano que vem. Segundo o reitor Lima, "o projeto está em estágio bastante avançado, e tenho certeza que estas duas extensões serão o embrião de uma nova instituição federal de ensino superior na região norte do RS". Para o deputado Villaverde, a implementação destas extensões representa uma demonstração concreta do compromisso do governo federal com a expansão do ensino superior público e gratuito em nosso país. "Nos dois primeiros anos do governo Lula os recursos destinados ao ensino superior cresceram em mais de 30%" destacou Villaverde, ressaltando que o ensino e a pesquisa desenvolvidos pelas universidades são elementos decisivos para o desenvolvimento de nosso estado e nosso país.

Governo federal cria 10 novas universidades e 42 extensõesNa tarde de hoje (17/01), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe um grupo de reitores e diretores de 55 universidades federais para conversar sobre o projeto de expansão universitária do governo federal. O programa Expandir, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), terá investimentos de R$ 592 milhões, até 2007, para a criação de dez novas universidades e 42 campi, beneficiando 68 municípios brasileiros, especialmente no interior do país. No encontro, com a presença do ministro da Educação, Fernando Haddad, e do secretário de Educação Superior do MEC, Nelson Maculan Filho, serão discutidos também a recomposição dos quadros de professores e servidores técnico-administrativos, o financiamento e a autonomia das universidades.O projeto de expansão do ensino superior público já destinou no ano passado R$ 192 milhões às instituições federais de ensino superior (Ifes). Esses recursos são utilizados na construção de novos prédios, compra de equipamentos e mobiliário, além de reforma e adequação de campi. Em 2006 e 2007, os investimentos somarão R$ 400 milhões, sendo R$ 162 milhões neste ano, e R$ 238 milhões em 2007. Das dez novas universidades, seis são resultantes da transformação de faculdades existentes. Ao tornar-se universidades, essas instituições ganham maior autonomia didático-científica, financeira e administrativa.Com o programa Expandir, o ensino superior público no Brasil vai ganhar 125 mil novas vagas para alunos num prazo de cinco anos. No ano passado, o MEC também autorizou a contratação de cinco mil vagas para professores, sendo quatro mil para docentes do ensino superior e mil para professores de ensino básico das universidades federais e dos centros federais de educação tecnológica (Cefets). Também autorizou, em 2005, a realização de concurso público destinado à contratação de 2.042 técnicos administrativos para hospitais universitários e 1.600 para as demais unidades das Ifes e Cefets.Para fazer parte do programa Expandir, as universidades federais apresentaram ao MEC seus projetos acadêmicos e de obras, além de planos de trabalho. “O ponto de partida de todo o nosso trabalho na área foi o esforço para implantação de estruturas universitárias permanentes”, explica o diretor do Departamento de Desenvolvimento da Educação Superior da Secretaria de Educação Superior do MEC, Manuel Palácios. Segundo ele, cada campus terá capacidade, em média, para receber entre 80 a 100 professores e de 1.600 a dois mil alunos. Na opinião do reitor da Universidade Federal do Ceará (UFC), René Barreira, o programa Expandir está sendo feito “com muita responsabilidade, sustentabilidade e inclusão social, e está democratizando o acesso ao ensino superior”. Para o reitor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Ulysses Fagundes Neto, “ampliar a oferta de vagas gratuitas, assegurando um ensino de qualidade, é uma forma de facilitar o acesso à educação para uma parcela da população que, sem este recurso, não teria condições de progredir socialmente”.ObrasApós décadas sem investimentos, o ensino superior vai receber do governo federal as universidades federais do ABC, Pampa, Grande Dourados, Recôncavo Baiano, Triângulo Mineiro, Tecnológica do Paraná, Rural do Semi-Árido, Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Alfenas e a de Ciências da Saúde de Porto Alegre, além de campi novos ou consolidados. As obras já estão em andamento, a exemplo da Universidade Federal do Pará (UFPA), que já iniciou a expansão do campus de Marabá e, nos próximos dias, começa o trabalho nos campi de Castanhal, Bragança e Santarém. Também está em obras a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), a dez quilômetros do centro de Dourados (MS), onde existia o campus da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). Já o campus da Universidade Federal do ABC (UFABC), com sede em Santo André (SP), com três centros acadêmicos, começa a ser construído em março próximo. Mais InformaçõesAssessoria de Comunicação Social (61) 2104.8387Ministério da EducaçãoUniversidades criadas dentro do Programa ExpandirUniversidade Federal do ABC (UFABC)A Universidade Federal do ABC terá sede na cidade de Santo André (SP) e será integrada por três centros acadêmicos: o Centro de Ciências Naturais e Humanas, o Centro de Matemática, Computação e Cognição e o Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas. Quando concluída a sua implantação, em 2010, a UFABC terá 20 mil alunos em cursos de graduação, 2.500 em cursos de mestrado profissionais e mil em cursos de doutorado. Será feita a contratação de 600 docentes e 456 funcionários técnico-administrativos.Universidade Federal do Pampa (UFP)A Universidade Federal do Pampa, no Rio Grande do Sul, contará com dez campi, sediados nos municípios de Bagé, Jaguarão, São Gabriel, Santana do Livramento, Uruguaiana, Alegrete, São Borja, Itaqui, Caçapava do Sul e Dom Pedrito. Quando de sua completa implantação, prevista para 2008, serão oferecidos 26 cursos de graduação que atenderão a dez mil alunos. Cada pólo contará, em média, com 40 professores.A UFP será caracterizada por uma flexibilidade curricular que permite reduzir a necessidade de grandes deslocamentos para cursar o ensino superior. Com efeito, os estudantes iniciarão seus cursos nas suas cidades de origem e poderão concluí-los em um município vizinho, sem ter que, necessariamente, migrar para o pólo central.Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)A Universidade Federal da Grande Dourados foi criada a partir do desmembramento da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. A UFGD oferecerá 26 cursos de graduação, um de especialização, três de mestrado e três de doutorado, que atenderão a oito mil alunos. O quadro de pessoal previsto para a universidade, quando de sua completa implantação, compõe-se de 480 docentes, 96 médicos, 281 funcionários administrativos de nível superior, 534 funcionários administrativos de nível médio e 220 funcionários de nível de apoio.Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia foi criada a partir do desmembramento da Escola de Agronomia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). A universidade terá como sede o município de Cruz das Almas e contará com campi nos municípios de Amargosa, Cachoeira e Santo Antônio de Jesus. A implantação dos campi será efetivada de forma modular, num período de cinco anos. Quando de sua plena implantação, a UFRB oferecerá 30 novos cursos de graduação, que atenderão oito mil alunos por ano. O quadro de pessoal previsto para a universidade compõe-se de 444 docentes, 134 funcionários administrativos de nível superior e 698 técnicos administrativos de nível médio. Novas universidades criadas por transformaçãoUniversidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)A Universidade Federal do Triângulo Mineiro, com sede em Uberaba, tem origem na Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro. A nova instituição manterá os cursos de graduação em medicina, enfermagem e biomedicina e implantará os cursos de fisioterapia, psicologia, terapia ocupacional, educação física, nutrição e letras. Universidade Federal Tecnológica do Paraná (UFTPR)No Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná são oferecidos, atualmente, cursos de ensino médio, técnico, de graduação e de pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado). Cerca de 12.500 alunos, 1.300 docentes e 560 funcionários técnico-administrativos estão distribuídos nas unidades localizadas nas cidades de Curitiba, Ponta Grossa, Campo Mourão, Medianeira, Pato Branco/Dois Vizinhos e Cornélio Procópio. A criação da UFTPR significará a abertura de novas oportunidades de formação superior para a população da região, contribuindo para o seu desenvolvimento socioeconômico.Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa)A Universidade Federal Rural do Semi-Árido foi criada a partir da Escola Superior de Agricultura de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Voltada para a área das ciências agrárias, a Ufersa oferecerá novos cursos de ciências biológicas, engenharia de produção, engenharia de pesca e administração. A Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri (UFVJM)A Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri foi criada a partir das Faculdades Federais Integradas de Diamantina (Fafeid). Atualmente, a Fafeid possui cerca de 1.700 alunos distribuídos em dois departamentos: o de Ciências Agrárias, que oferece os cursos de agronomia, engenharia florestal e zootecnia; e o de Ciências da Saúde, que oferece os cursos de enfermagem, farmácia bioquímica, fisioterapia, nutrição e odontologia. Com a transformação da instituição em universidade, serão criados novos cursos, resultando em um aumento de 420 vagas anuais. Inicialmente, serão implantados cursos de licenciatura em física, química, ciências biológicas e educação física e de bacharelado em engenharia hídrica, sistemas da informação e turismo.Universidade Federal de Alfenas (Unifal)A Universidade Federal de Alfenas foi criada a partir da Escola de Farmácia e Odontologia de Alfenas. Serão oferecidos os cursos de licenciatura e bacharelado em geografia, licenciaturas em química, matemática e física, biotecnologia, ciências da computação e pedagogia. A criação da Unifal permitirá ampliar e diversificar a oferta de cursos de graduação, contribuindo para a formação dos recursos humanos necessários ao desenvolvimento econômico e social da região.Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA)A Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (FUFCSPA) será criada a partir da Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre (FFFCMPA). Atualmente, a FFFCMPA oferece três cursos de graduação (medicina, biomedicina e nutrição) e conta com 583 alunos. Oferece ainda três cursos de mestrado e um de doutorado, além de 15 cursos de especialização e 24 programas de residência médica (com cerca de 200 residentes). Com a transformação da instituição em universidade, serão criados, inicialmente, cursos de graduação em enfermagem, fisioterapia e fonoaudiologia.

Universidade Federal: Marcada Audiência Pública do MEC14.02.2006
Uma grande notícia para a comunidade regional na luta pela conquista de um núcleo de ensino federal gratuíto. Foi marcado para o dia 17 de março de 2006 às 9 horas na cidade de Vacaria, a Audiência Pública do MEC com a comunidade da Região Nordeste do RS, estará presente o Secretário Executivo do MEC Jairo Jorge da Silva, bem como políticos, autoridades e forças vivas da região. Representa um grande avanço para a Região Nordeste na mobilização para que seja contemplada com um Campus de uma Universidade Federal, pois a previsão era que ocorresse no mês de abril, isto prova a organização e o empenho de todos os municípios que compreende desde São José do Ouro até Jaquirana, com a formação do Comitê Regional, de comitês municipais e coleta de assinaturas.

Universidade Federal: Reunião com a AMUNOR26.02.2006
No dia 22, quarta-feira, o Comitê Regional Movimento Universidade Federal do Norte/RS Pró-Campus Região Nordeste do RS esteve participando da reunião da AMUNOR - Associação dos Municípios da Região Nordeste na cidade de Sananduva, reunião em que foi eleito o novo presidente da AMUNOR senhor Juliano Favretto, Prefeito de Água Santa. Os membros do Comitê solicitaram aos prefeitos o apoio e mobilização em suas cidades na coleta de assinaturas bem como os convidaram para se fazerem presentes juntamente com os titulares das secretarias de educação na reunião do Comitê Regional que se realizará no dia 9 de março às 19 horas no Plenário Nady Maria Castellano da Câmara Municipal de Lagoa Vermelha. Reunião essa preparatória para a grande mobilização através da audiência pública do MEC no dia 17 de março às 9 horas na cidade de Vacaria, quando, a Região Nordeste usando um discurso único solicitará a implantação de um Campus Federal de Ensino Superior na região. O Comitê Regional integrado com os Comitês Municipais estarão efetuando coleta de assinaturas na Romaria de Ibiaçá nos dias 27 e 28 próximos. Fonte: Comitês Regional e Municipal de Lagoa Vermelha Autor: Augustinho Taffarel

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